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Ciência Aba

Ciência ABA para autistas

Uma abordagem que vem demonstrando resultados significativos no atendimento de pessoas com autismo é a Análise do Comportamento Aplicada ou como é mais conhecida no Brasil ABA (Applied Behavior Analysis).

A ABA utiliza estratégias de avaliação e intervenção pautadas em princípios científicos para construir repertórios socialmente relevantes e reduzir repertórios indesejados. Frequentemente, pessoas com autismo apresentam déficits de repertórios sociais, como: sustentar contato visual, manter uma conversa e apresentar verbalizações espontâneas, acadêmicos: pré-requisitos de leitura, escrita e matemática e de atividades da vida diária, como realizar e manter a higiene pessoal, preparar um suco, dentre outras e a intervenção terapêutica pautada nos princípios da ABA pode favorecer a instalação destas habilidades.

Nesta perspectiva, o ensino é realizado partindo-se de unidades mínimas, ou seja, o ensino de habilidades mais simples para as mais complexas e em pequenos passos. Cada nova habilidade é ensinada (geralmente em uma situação de ensino individualizado) via a apresentação de uma instrução, seguindo uma hierarquia de ajuda pré-estabelecida. As respostas corretas são seguidas por consequências reforçadoras que aumentarão a probabilidade de emissão desta mesma resposta futuramente.

Na medida em que a criança é exposta às situações de aprendizagem (que amplia seu repertório de habilidades), os comportamentos inadequados tendem a diminuir cedendo lugar a novos comportamentos mais funcionais e adaptativos. Conforme descrito por Kenyon et al. (2005), o uso da ABA utiliza quatro passos fundamentais:

  • 1) Avaliação inicial
  • 2) Definição dos objetivos a serem alcançados
  • 3) Elaboração de programas de ensino
  • 4) Avaliação e monitoramento do desempenho do aluno a partir dos registros e os programas que serão ensinados ou aplicados.

 

O AT na escola: auxiliando o autista

O Acompanhante Terapêutico ou AT é um profissional graduado ou graduando na área da saúde ou educação. Sua atuação é extra consultório e sugere-se que tenha orientação na área da análise comportamental aplicada (ABA). Sob supervisão, sua atuação tem por principais objetivos:

  • Acompanhar a criança com TEA (Autismo) para garantir que a mesma emita comportamentos adequados ao contexto escolar.
  • Identificar situações que geram comportamentos disruptivos e fazer as intervenções necessárias.
  • Aproveitar as situações naturais para ensino de novas habilidades juntamente com os demais alunos;
  • Promover a inclusão.
  • Identificar as necessidades de adaptações de materiais e auxiliar o professor neste processo.
  • Auxiliar a criança a seguir as instruções do professor.
  • Fornecer ajuda ou dicas que forem necessárias para que o aluno consiga realizar as atividades e ao mesmo tempo programar o esvanecimento destas ajudas ou dicas.

 

É importante ressaltar que o AT não substitui o professor e tão pouco pode assumir a responsabilidade e o papel deste profissional; a presença de um AT busca favorecer e promover a inclusão do aluno com autismo na escola, mediando as relações e auxiliando o processo de ensino-aprendizagem.

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