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Mãe de autista: como essas mulheres são afetadas pelo diagnóstico do transtorno

Mãe de autista: como essas mulheres são afetadas pelo diagnóstico do transtorno 22/09/2020

Ser mãe, por si só é o tipo de tarefa ou condição que coloca mulheres em uma situação de bastante desgaste e vulnerabilidade emocional. Afinal, é por ela que o filho chama para resolver todos os considerados problemas que a criança imagina ter e verifica necessidade de apoio. Quando há um diagnóstico de um transtorno do neurodesenvolvimento como o do espectro autista, a situação pode parecer acentuada. Pois trata-se de algo que implica em muitas mudanças no âmbito familiar. Especialmente na vida desta mãe, principal cuidadora, impactada e sobrecarregada diretamente sobre essa tal dependência constante do filho. Ela se vê, sem dúvidas, como um alvo de maior estresse.  E saiba: nós te compreendemos perfeitamente e estamos juntas com você nesta batalha.

Assim, é fácil constatar que há uma série de impactos psicossociais vivenciados pela mãe de crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista (TEA). Desde expectativas criadas pela mãe em relação ao filho antes e após o nascimento, muitos são os pontos que requerem atenção, inclusive para auxiliá-la nesta tarefa permanente de maternidade. Afinal, o futuro imaginado para nossas eternas crianças é sempre o melhor, já que a maternidade desperta sentimentos inimagináveis e inomináveis, que transformam a vida da mulher, da criança e do entorno familiar e social.

Além de perceber essas implicações psicossociais do autismo na vida da mãe, é preciso buscar identificar as estratégias de enfrentamento das dificuldades vivenciadas. Desde o trato com a criança até a forma de transmissão de conhecimentos e disciplina, é possível reconhecer todo o afeto que a mãe dedica para estes momentos. Desta forma, observar os comportamentos da criança e como a mãe é afetada ao ter um filho autista colaboram para essa compreensão. A sobrecarga das tarefas incumbidas a ela, a pressão canalizada para esta que é uma mulher, com todas as suas fragilidades e responsabilidades, agora ainda mais já que se tornou mãe. O cansaço e desgaste assola a elas, e não se trata apenas de questões físicas. Mais do que isso: emocionais, pois a insegurança e os medos é algo que permeia esta relação de cuidado e carinho.

Afinal, a mãe, por ser a pessoa que passa o tempo integral cuidando do filho, é quem mais sofre impactos psicossociais. Muitas vezes não contando com um suporte adequado, o que interfere na qualidade de vida da mãe. Uma das consequências é que a mãe acaba se privando de um convívio familiar e social saudável, somado aos conflitos conjugais que afetam a autoestima da mulher em relação aos seus papéis como esposa. Ela já não se vê mais como alguém com uma vida social e isso é péssimo para qualquer indivíduo para que seja possível alcançar a plenitude das ações. Entretanto, é preciso que você saiba que esta luta é de todos. A alta autoestima ,a auto valorização de si mesma e o amor próprio são fundamentais quando cuidamos de alguém. Pois, é apenas dessa forma, que conseguiremos transmitir valores e a confiança que acreditamos ser necessária para uma vida mais feliz.

Para minimizar esses impactos, faz-se necessário o desenvolvimento de prática interventivas. Entre medidas que podem ser tomadas, algumas foram pontuadas de acordo com o artigo “Impactos Psicossociais na Mãe de Crianças Autistas” de Kiara Fontana, Adriana Machado Vasques. A publicação consta no portal de artigos de especialistas da área, o Psicologado, e sugere que:

 

  • O suporte familiar é de extrema importância para que ela não seja a única a ter de lidar com toda essa situação, sobrecarregando-se de maneira inevitável;
  • O resgate da identidade dessas mães, contribui para a reconstrução da identidade e auxiliando na ressignificação da mãe-mulher.

 

Ou seja, como em qualquer relação familiar, com crianças com ou sem determinado transtorno, o suporte familiar e o reforço da posição da mulher não apenas enquanto mãe, são estratégias que podem colaborar para uma vida mais saudável de todos os familiares. Por isso, agarre-se aos seus. Se a ajuda não veio de maneira espontânea, peça-a. Não deixe o cuidado com sigo mesma para depois. É cuidando de si que você será a melhor mãe que seu filho pode ter.

Na Clínica de Especialidades Salzgeber & Santos as mães podem acompanhar os filhos autistas em atividades de acompanhamento ou mesmo em sessões de terapia. Dispomos de estrutura e profissionais capacitados para abraçar aquela que acolhe o mundo do filho.

Saiba como podemos te auxiliar, fale conosco!

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